Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia
  • Bem vindo a página do LEIA!

    Publicado em 24/12/2016 às 16:13

    O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia foi criado em 2011, pelo prof. Dr. Lucas Bueno, no Departamento de História da UFSC. O laboratório integra a linha de pesquisa História Indígena, Etnohistória e Arqueologia do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH/UFSC). Desde 2012, realiza projetos em parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral (MARquE).

    –» Para saber maiores informações sobre o laboratório, acesse os botões do menu O LEIA no lado esquerdo da página. 


  • Disciplina semestre 2019.1

    Publicado em 23/12/2016 às 12:10

    No semestre 2019.1, o professor Dr. Lucas Bueno ministrará a seguinte disciplina para a Graduação em Museologia da UFSC:

     


  • LEIA na Sexta – 17/05

    Publicado em 14/05/2019 às 13:24

    No dia 17 de maio de 2019 será iniciado mais um ciclo de palestras do LEIA na Sexta, as 14h, no auditório do EFI/UFSC. Lucas Bond Reis, estudante de doutorado na Universidade do Arizona, é o convidado da vez. Confira abaixo o cartaz e o resumo da apresentação.

     

    Arqueologia em Florianópolis: história, pesquisas e contextos 
    Nessa palestra será apresentado um panorama do desenvolvimento das práticas arqueológicas em Florianópolis desde o século XIX, destacando personagens e instituições que participaram ativamente desse processo, sem deixar de situar os eventos perante a conjuntura nacional de evolução da disciplina. Considerando o papel importante da UFSC nesse processo, será dedicada uma atenção especial as atividades realizadas na instituição. Além disso, serão apresentadas informações gerais acerca de aspectos tecnológicos e cronológicos dos contextos identificados no território municipal da capital catarinense.

     

     


  • Seminários PPG-Geologia – Dr. Fernando J. Fernández

    Publicado em 03/05/2019 às 16:48

    No dia 07/05, o Prof. Dr. Dr. Fernando J. Fernández irá a apresentar a palestra intitulada Tafonomía y interpretaciones paleoambientales: énfasis en los conjuntos arqueofaunísticos de pequeños mamíferos de  America del Sur, no auditório do CFH, bloco B (térreo), as 18h30. Essa atividade é uma realização do PPG-Geologia e do LabPaleo.


  • LEIA na Sexta 2019!

    Publicado em 23/04/2019 às 15:55

    No dia 26 de abril de 2019 será iniciado mais um ciclo de palestras do LEIA na Sexta, as 14h, no auditório do Bloco E – Anexo do CFH. A primeira palestrante convidada é Dra. Carolina Levis, bolsista de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFSC. Confira abaixo o cartaz e o resumo da apresentação.

     

    Na América do Sul, existem evidências de uso da vegetação nativa há pelo menos 13.000 anos. Contudo, os ecossistemas florestais ainda carecem de estudos interdisciplinares que considerem suas dimensões ecológicas e culturais em uma perspectiva histórica de longa duração. Nesta apresentação, pretendo compartilhar o meu projeto de pós-doutorado cujo objetivo principal é investigar os efeitos de longa duração das atividades humanas nas formações florestais da América do Sul a fim de compreender como os humanos têm transformado a distribuição, riqueza e abundância de espécies vegetais nativas da Amazônia e Mata Atlântica. Para alcançar esse objetivo irei buscar elementos de continuidade entre o período pré-colonial e pós-colonial ainda presentes nas florestas atuais utilizando como fio condutor dessa análise as comunidades de plantas intimamente relacionadas com a história humana. Esta pesquisa dará continuidade ao trabalho que eu venho desenvolvendo desde o doutorado e irá expandir o estudo realizado na Amazônia para a Mata Atlântica, além de integrar as atividades realizadas pelo LEIA. Por meio de uma abordagem interdisciplinar, irei combinar diferentes conjuntos de dados – arqueológicos, históricos, culturais, biológicos e ambientais – para ler e compreender registros da interação entre pessoas, plantas e florestas.


  • A ocupação do Alto Vale do Itajaí do Sul

    Publicado em 14/11/2018 às 1:44

    Foi publicado no Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi. Ciências Humanas, periódico que tem o melhor conceito (A1) na área de Antropologia/Arqueologia em nível nacional, um artigo contendo uma síntese das ações realizadas pela equipe do LEIA/UFSC no Alto Vale do Itajaí do Sul, principalmente em Alfredo Wagner/SC, além de perspectivas para o futuro das pesquisas na área.

    Confira o texto aqui.


  • Seminário Perspectivas da Gestão do Patrimônio Arqueológico

    Publicado em 22/10/2018 às 21:51

    Dia 24 de outubro de 2018 será realizado o Seminário Perspectivas da Gestão do Patrimônio Arqueológico, em Brasilia (DF). Conforme o IPHAN, o evento “tem o objetivo de proporcionar aos gestores um momento de debate e discussões sobre os procedimentos relativos à proteção, gestão e difusão”.

    A prof. Dra. Juliana Salles Machado, coordenadora do LEIA-UFSC, participará da mesa A participação dos povos indígenas e das comunidades na pesquisa arqueológica e na gestão das coleções.

    Acesse outras informações aqui.


  • LEIA na SEPEX 2018!

    Publicado em 18/10/2018 às 2:11

    Entre os dias 18 e 20 de outubro será realizada a 17a. SEPEX na UFSC. A equipe do LEIA participará do evento através da realização de atividades em um estande e oferecendo dois minicursos: Arqueologia: uma ciência interdisciplinar IArqueologia: uma ciência interdisciplinar II. Participe!!!

    Informações em http://sepex.ufsc.br/. Mais fotos aqui.


  • LEIA na SABSul 2018!

    Publicado em 15/10/2018 às 23:23

    Entre os dias 8 e 11 de outubro de 2018, pesquisadores do LEIA participaram do XI Encontro da SAB Sul 2018, Arqueologia, Ações e Coletividade, realizado na UFPR em Curitiba/PR.  Veja as fotos aqui.

     

    LEIA na SABSul 2018!

    Poster

    Estudo diacrônico e análise da malacofauna encontrados no sambaqui Canto dos Araçás, Florianópolis, SC

    Monique Piacentini

    Comunicações

    SIMPÓSIO 1. ARQUEOLOGIA GUARANI NO SUL DO BRASIL: DEBATES E PERSPECTIVAS

    • Arqueologia Guarani no litoral central catarinense

    Isabela da Silva Müller

    12. SESSÃO DE COMUNICAÇÕES LIVRES

    • Materiais, superfícies e meio no estudo das dinâmicas pré-coloniais de aprovisionamento lítico no alto vale dos rios Itajaí-SC e Iguaçu-PR

    Laercio L. Brochier; Alejandra Matarrese

    SIMPÓSIO 2. PAISAGENS CULTURAIS E AS IMPLICAÇÕES NAS OBRAS DE ENGENHARIA DE TERRA NA BACIA DO PRATA

    • Olhares sobre a cerâmica Jê: uma análise tecnológica da coleção do sítio Rio Platê, alto vale do Itajaí-SC

    Francisco Abrahão Gonzaga

    SIMPÓSIO 3. VOLTANDO A PENSAR A TRADIÇÃO UMBU E OS CAÇADORES-COLETORES DA REGIÃO SUL

    Coordenadores: Beatriz Ramos da Costa; Fernando Silva de Almeida

    • Tecnologia lítica no Alto Vale do Itajaí: análise dos sítios Coqueiro e rio Plate III

    Lucas de Melo Reis Bueno; Fernando Silva de Almeida

    • Estudos de tecnologia lítica no Alto Vale do Itajaí: os artefatos fixos dos sítios Alto Palmeira 1 (Rio dos Cedros-SC) e Gruta do Tigre 2 (Rio do Oeste-SC)

    Alejandra Matarrese; Thiago U. Pereira; Juliana Salles Machado; Lucas de Melo Reis Bueno.


  • LEIA no Mundo!

    Publicado em 04/09/2018 às 22:00

    Desde o final de agosto, pesquisadores do LEIA tem partido para realizar estudos no exterior contando com financiamentos de diferentes órgãos/instituições (CAPES, CNPq, Erasmus Mundus), são eles:

     


  • 28º SIC – Arqueologia entre os Laklãnõ Xokleng: estudos sobre o território e memórias

    Publicado em 23/08/2018 às 11:26

    Larissa Silveira Rodrigues, bolsista de iniciação científica do LEIA, editou um vídeo a respeito da sua pesquisa para ser apresentado no 28º Seminário de Iniciação Científica. Confira abaixo o resumo e o vídeo.

     

    Arqueologia entre os Laklãnõ Xokleng: estudos sobre o território e memórias

    Resumo: A pesquisa tem como objetivo relacionar os territórios ocupados pelos Jê do Sul com artefatos arqueológicos, como cerâmica e lítico, produzidos por esses povos. A partir das problemáticas levantadas, buscar compreender a configuração dos povos estudados e seus costumes. O sítio Barra d’Anta, localizado em José Boiteaux, Santa Catarina, foi encontrado em julho de 2017 pela equipe do LEIA/UFSC. Foi realizada uma coleta de superfície, onde mais de 400 peças foram recolhidas. Levado ao laboratório, todas as peças foram lavadas com água para serem triadas e receberem um número de proveniência cada. Após isso, as peças serão analisadas individualmente. A problemática levantada se refere à produção desse material. Por não haver presença de cerâmica no sítio arqueológico, surgiu a hipótese de que as peças foram produzidas por caçadores-coletores, populações que habitam o território brasileiro há mais de 15 mil anos. No entanto, essa hipótese não possui dados suficientes para comprová-la, necessitando de mais pesquisas futuras. O sítio arqueológico Rio Platê também foi estudado, sendo uma coleção de domínio do MArque/UFSC. As peças de cerâmica dessa coleção já estavam divididas entre base, parede e borda, porém somente as bordas foram analisadas. Para tal análise foi utilizada uma ficha com 17 atribuições. No geral, as 10 bordas estudadas apresentavam muitas semelhanças tecnológicas entre si, possuindo uma tonalidade acinzentada e espessura consideravelmente fina.

    Palavras-chave: arqueologia, Jê, indígena, território


  • 28º SIC – “No tempo do mato”: uma etnoarqueologia da territorialidade

    Publicado em 21/08/2018 às 16:18

    Bianca Costi Farias, bolsista de iniciação científica do LEIA, editou um vídeo a respeito da sua pesquisa para ser apresentado no 28º Seminário de Iniciação Científica. Confira abaixo o resumo e o vídeo.

     

    “No tempo do mato”: uma etnoarqueologia da territorialidade”

    Resumo: A presente pesquisa visou o estudo de artefatos cerâmicos de origem Guarani encontrados no sítio arqueológico Encantada (SC-PEST-07), no Parque Estadual Serra do Tabuleiro. Esta análise buscou compreender a tecnologia empregada e as escolhas da cadeia operatória realizadas ao longo dos processos de produção, uso e descarte dos vestígios cerâmicos. As peculiaridades encontradas nas peças da coleção, como os roletes bem visíveis, a presença de grãos minerais grandes e evidentes e o padrão de quebra diferenciado levaram a demanda por um estudo a partir da perspectiva tecnológica. Além disso, devido ao fato de o sítio localizar-se em uma duna, ambiente diferenciado que se destaca do entorno, foram analisadas as suas possíveis influências nas técnicas empregadas na cerâmica, investigando as relações entre este meio e a produção dos artefatos. Foi objetivado, portanto, o estudo destas possibilidades de relação entre a duna e a cerâmica, dialogando-se com o conceito de territorialidade. Este diz respeito ao relacionamento entre os povos indígenas e o território em que vivem, e que influencia em sua visão de mundo e produção de conhecimento – e, portanto, na confecção dos artefatos cerâmicos. Através do levantamento bibliográfico a respeito da ocupação Guarani no sul do Brasil e no litoral catarinense, bem como da análise quantitativa e qualitativa dos vestígios cerâmicos e da realização da remontagem dos fragmentos com encaixe, foram obtidos alguns resultados. Percebendo-se a presença de grandes grãos minerais nas cerâmicas analisadas, foi possível deduzir que a duna teve sim uma influência na produção dos artefatos, o que pode ter resultado em algumas das falhas tecnológicas encontradas. Além disso, a análise indicou que a região de Gamboa consistiu em um território de ocupação permanente pelos indígenas Guarani, o que pode-se perceber através da grande dimensão dos vasilhames e da alta quantidade de fragmentos com encaixe.

    Palavras-chave: territorialidade, etnoarqueologia, Guarani, história indígena, cerâmica.