Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia
  • Bem vindo a página do LEIA!

    Publicado em 24/12/2016 às 16:13

    O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia foi criado em 2011, pelo prof. Dr. Lucas Bueno, no Departamento de História da UFSC. O laboratório integra a linha de pesquisa História Indígena, Etnohistória e Arqueologia do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH/UFSC). Desde 2012, realiza projetos em parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral (MARquE).

    –» Para saber maiores informações sobre o laboratório, acesse os botões do menu O LEIA no lado esquerdo da página. 


  • Disciplinas semestre 2017.2

    Publicado em 23/12/2016 às 12:10

    No semestre 2017.2, os professores Dra. Juliana Salles Machado e Dr. Lucas Bueno, coordenadores do LEIA, ministrarão quatro disciplinas no âmbito do Departamento de História da UFSC, sendo duas para a graduação e duas para a pós-graduação:

     

    Graduação:

    Laboratório de Pesquisa: Arqueologia – Métodos e técnicas, prof. Dra. Juliana Salles Machado;

    Tópico Especial – Arqueologia Brasileira, prof. Dr. Lucas Bueno.

     

    Pós-Graduação

    Arqueologia do Movimento: um estudo sobre mobilidade humana em diferentes escalas, prof. Dr. Lucas Bueno;

    Fontes do pensar: oficina interdisciplinar de análise de fontes e produção do conhecimento, prof. Dra. Juliana Salles Machado.


  • LEIA no EIAA 2017

    Publicado em 19/09/2017 às 16:10

    O IV Encuentro Internacional de Arqueología Amazónica (IV EIAA) será realizado em TRINIDAD, na BOLIVIA, durante o período 1 de 7 de outubro de 2017. Neste evento, a Dra. Juliana Machado irá coordenar dois simpósios temáticos. O primeiro é intitulado, Simposio 16,“Etnoarqueología Amazónica” e o segundo  “Movilizando el pasado: Arqueología, memoria y los pueblos de floresta de la Amazonia / Mobilizando o passado: Arqueologia, memória e os povos da floresta na Amazônia / Mobilising the past: Archaeology, memory and forest peoples in Amazonia” e é organizado conjuntamente por Bruna ROCHA (UFOPA, Santarem, Brasil), Juliana Machado (Universidade Federal de Santa Catarina), Marcia Bezerra (Universidade Federal do Pará), Ageu Lobo Pereira – Presidente da Associação das comunidades Montanha e Mangabal -, Juarez Saw Munduruku – Cacique da aldeia Sawre Muybu, Dace Kapap Eïpi. 

    No segundo simpósio citado acima, a Dra. Juliana Machado irá apresentar a comunicação “Mobilizando o passado: Arqueologia, memória e os povos da floresta na Amazônia“, resumo a seguir:

    A partir das premissas de que é impossível dissociar as pessoas no presente dos contextos em que arqueólogos trabalham, e de que a ciência é política, este painel ambiciona refletir sobre recentes interseções entre pesquisas em arqueologia e ciências sociais com as lutas por reconhecimento de direitos de povos e comunidades tradicionais da Amazônia. Tais encontros têm se dado frequentemente em contextos mais amplos de conflito e violações de direitos humanos encabeçados pela expansão de fronteiras capitalistas na região. Conforme indaga Castañeda (2014), como pessoas, comunidades ou sociedades na Amazônia têm apreendido o nosso trabalho em anos recentes? Quais efeitos surtiram pesquisas em arqueologia? Como a disciplina pode ser relevante em contextos como esses e desempenhar um papel positivo para assistir às minorias oprimidas a resistirem a expropriação de seus territórios?


  • Jornadas Antropológicas PPGAS UFSC 2017

    Publicado em 19/09/2017 às 15:01

    Entre 30 de outubro e 01 de novembro de 2017 serão realizadas as Jornadas Antropológicas 2017 do PPGAS/UFSC. Neste evento, a Dra. Juliana Machado participará de uma mesa de Diálogos Transversais. Confira os detalhes:

    DT 3 – Experimentando Antropologia: novas formas de saber e fazer
    No dia 01/11 no Auditório do CFH, com:

    Viviane Vedana (Docente PPGAS/UFSC)

    Juliana Salles Machado (PPGH/UFSC e LEIA/UFSC)

    Patrícia Postali Cruz (Doutoranda PPGAS/UFSC)

    A conversa é coordenada por Nádia Philippsen Fürbringer e João Corrêa, alunos do PPGAS/UFSC.

    Outras informações sobre o evento, aqui.


  • Dossiê do Simpósio “Arqueologia dos Povos Jê no Sul e Sudeste do Brasil”

    Publicado em 25/08/2017 às 10:55

    Foi publicado o dossiê que resulta do Simpósio “Arqueologia dos Povos Jê no Sul e Sudeste do Brasil”, realizado entre 9 e 11 de setembro de 2014, na Universidade de São Paulo, promovido pelo Laboratório de Arqueologia da Paisagem e Geoarqueologia (LAPGEO/MAE-USP)– coordenado pela Profª Drª Marisa Coutinho Afonso – e pelo Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre Tecnologia e Território (LINTT/MAE-USP) – coordenado pela Profª Drª Fabíola Andréa Silva. O dossiê conta com um texto da prof.ª Dra. Juliana Salles Machado: Caminhos e Paradas. Perspectivas sobre o território Laklãnõ (Xokleng).

     


  • Lançamento do livro MAArE

    Publicado em 24/08/2017 às 21:33

    Dia 23 de agosto de 2017, em cerimônia realizada no Centro Integrado de Cultura em Florianópolis, aconteceu o lançamento do livro MAArE: Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno. A obra foi organizada pelos pesquisadores Bárbara Segal, Andrea Santarosa Freire, Alberto Lindner, João Paulo Krajewski e Marcio Soldateli, sendo que conta com um capítulo escrito por pesquisadores do LEIA: Angela Sabrine do Nascimento Salvador, Lucas Bond Reis e Lucas Bueno. Confira o texto A ocupação da Ilha do Arvoredo e do Litoral Catarinense: uma história de longa duração.

     


  • Seminário: “Os primeiros povoamentos da América do Sul: Estado da pesquisa”

    Publicado em 09/08/2017 às 16:35

    O Seminário Internacional “Os primeiros povoamentos da América do Sul. Estado da pesquisa”, organizado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), com apoio da Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM) e da Capes através do programa CAPES-COFECUB, será realizado entre os dias 6 e 9 de setembro na cidade de São Raimundo Nonato. Neste Seminário, o Prof. Lucas Bueno participará com uma apresentação oral intitulada “O contexto arqueológico do médio rio Tocantins e o povoamento do Planalto Central Brasileiro”.


  • Manifesto Chapa SAB em/no Movimento!

    Publicado em 09/08/2017 às 16:34

    Leia o Manifesto da CHAPA SAB EM/NO MOVIMENTO, candidata à gestão 2018-2019 da Sociedade de Arqueologia Brasileira, que conta com a Prof. Dra. Juliana Machado como postulante ao cargo de vice-presidente.


  • LEIA na SAB 2017!

    Publicado em 09/08/2017 às 16:33

    Entre os dias 10 e 15 de setembro de 2017 será realizado o XIX Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira, na UFPI, em Teresina/PI, e pesquisadores do LEIA estarão presentes!

    O prof. Dr. Lucas Bueno organiza, junto com o Dr. Antoine Lourdeau, o simpósio “Povoamento da América e o Último Máximo Glacial: barreira física, populacional ou intelectual?”, sendo que apresentará também o trabalho “Povoamento da América em contexto: diversidade cultural nas Américas no fim do Pleistoceno”.

    A prof. Dra. Juliana Salles Machado, com conjunto com o Prof. Dr. Jorge Eeremites de Oliveira (UFPEL), organiza o simpósio temático “Arqueologia, Descolonialidade e Povos e Comunidades Tradicionais”. Resumo a seguir:

    Desde a segunda metade do século XX, sobretudo a partir dos anos 1990, as ciências humanas e sociais passaram a ser (re)pensadas a partir de problemas relacionados ao colonialismo e à colonialidade do saber e do poder. Em muitos debates realizados desde então, o colonialismo tem sido percebido dentro do pensamento científico como um paradigma relacionado à conformação dos campos do conhecimento ditos ocidentais, historicamente constituídos no contexto do encontro colonial e, por conseguinte, da negação de saberes e cosmologias de coletivos humanos em situações históricas marcadas por assimetrias de classe, raça e gênero. Também tem sido percebido como um sistema estruturante de relações sociais de poder e tentativas de dominação e exploração, relacionado ao colonialismo interno e ao colonialismo global ou sistema mundo. Ressalta-se ainda que não está necessariamente ligado ao período colonial ou ao chamado colonialismo histórico, tendo sido também identificado como produto do capitalismo e do imperialismo. No caso do Brasil, verifica-se, especialmente a partir da década de 2000, o crescimento de estudos arqueológicos pautados por uma busca de formas de atuação mais simétricas e descoloniais junto à povos e comunidades tradicionais. Muitos desses coletivos estão cada vez mais cientes da importância da disciplina para a reafirmação da identidade étnica e a reivindicação de direitos territoriais junto ao Estado nacional, dentre outras possibilidades, como o seu uso na produção de saberes voltados à educação escolar indígena. Estudos desse tipo têm sido realizados em praticamente todo o território nacional, e também em outros países da América e de outros continentes, muitos deles sob forma de trabalhos acadêmicos. Partindo dessas percepções, o presente simpósio temático tem o propósito de reunir arqueólogas/os e profissionais de áreas afins para uma reflexão crítica e um compartilhamento de experiências relacionadas a estudos que envolvam a relação entre a materialidade, o paradigma da descolonialidade e os povos e comunidades tradicionais, especialmente os povos indígenas e as comunidades remanescentes dos quilombos. Estará aberto a pesquisadoras/es em diferentes níveis de formação acadêmica e valorizará trabalhos ligados à história indígena na longa duração, etnoarqueologia, arqueologia indígena, arqueologia pública, arqueologia colaborativa, etno-história entre outras abordagens.

    Neste simpósio, além da coordenação da mesa, a prof. Dra. Juliana Machado participará como autora principal do trabalho “Arqueologias possíveis: sobre as paisagens ameríndias em movimento e a decolonidade na construção do conhecimento” e como co-autora do trabalho “Estudo de matérias primas líticas de artefatos de abrasão e picoteamento do Alto Vale do Itajaí (SC)” – de autoria conjunta de Alejandra Matarrese, Laercio Brochier, Juliana Salles Machado Bueno, Ana Lúcia Vulfe Nötzold.

    Além disso, a aluna Victoria Scabora, graduanda em História, irá apresentar um poster em co-autoria com a Dra. Juliana Machado sob título: “Entre Ceramista e Professora: um estudo etnoarqueológico da Mulher Guarani e seu saber-fazer”. Resumo:

    Esta pesquisa propõe-se como um estudo etnoarqueológico da mulher Guarani, buscando compreender as formas de seu saber-fazer e os processos de ensino aprendizagem no passado e no presente. A partir das histórias de vida dessas mulheres na contemporaneidade e nas escolhas culturais e tecnológicas do seu passado, espera-se compreender a complexa dinâmica do papel social assumido por elas. Para tratar da atuação da mulher Guarani hoje do estado de Santa Catarina, utilizei dados bibliográficos oriundos de entrevistas com acadêmicas presentes na Universidade Federal de Santa Catarina, áudios-visuais das mulheres indígenas da UFSC produzidos para o 13° Congresso Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero e informações registradas a partir de conversas com moradoras Guarani das Terras Indígenas próximas a Florianópolis, em especial as interlocutoras da aldeia Morro dos Cavalos.  Já para inferir perspectivas sobre o passado deste povo serão utilizadas as coleções cerâmicas Guarani pertencentes ao acervo do MARQUE/UFSC para a análise tecnológica de elementos da produção material pré-colonial. O repertório cerâmico analisado é referente ao sítio arqueológico Albardão I, que se localiza dentro do Parque Estadual Serra do Tabuleiro, especificamente no município de Palhoça-SC.


  • LEIA contemplado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura (Gov. SC)

    Publicado em 09/08/2017 às 16:13

    O projeto Territorialidades Ameríndias no Alto Vale do Itajaí. Um olhar a partir da Arqueologia, da Ecologia e da Paleontologia submetido pela Dra. Juliana Machado foi selecionado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina. O projeto foi premiado na categoria Patrimônio Material e Imaterial, segmento Patrimônio Material Imóvel.

    Além da Dra. Juliana Machado, também são coordenadores os professores: Dr. Lucas Bueno, Dr. Nivaldo Peroni (ECZ/UFSC) e Dra. Patricia Hadler (GCN/UFSC).


  • II Simpósio Internacional Discutindo o Povoamento: cenários e processos das primeiras ocupações humanas da América do Sul

    Publicado em 09/08/2017 às 16:00

    Entre 21 e 25 de agosto de 2017 será realizado o II Simpósio Internacional Discutindo o Povoamento: cenários e processos das primeiras ocupações humanas da América do Sul, na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), em Santarém (PA). O evento é coordenado pelos professores Dr. Claide de Paula Moraes (UFOPA) e Dr. Lucas Bueno (UFSC), sendo promovido pelo Programa de Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal do Oeste do Pará (PAA/UFOPA). Clique aqui e acesse o site do evento.


  • LEIA no 13º Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11

    Publicado em 08/08/2017 às 21:06

    Entre 30 de julho e 04 de agosto de 2017 foram realizados na UFSC os eventos 13º Congresso Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11. O LEIA se fez presente através do simpósio “Escavando gênero: as mulheres e suas produções na história indígena“, organizado pela Dra. Juliana Machado em conjunto com a Dra. Luisa Tombini Witmann e contando com Joziléia Daniza Jagso Kaingang e Walderes Coctá Pripra enquanto debatedoras. Abaixo o resumo do simpósio temático.

    Escavando gênero: as mulheres e suas produções na história indígena

    Coordenadoras: Juliana Salles Machado Bueno (Universidade Federal de Santa Catarina), Luisa Tombini Wittmann (Universidade do Estado de Santa Catarina)

    Resumo: O intuito deste simpósio é refletir sobre o papel das mulheres na história indígena a partir de múltiplas perspectivas. Busca-se aqui uma interface de diálogo entre historiadoras, arqueólogas, antropólogas e representantes indígenas numa tentativa conjunta de compreender o papel e a representação da mulher nas várias formas de construção e difusão da história indígena. Gostariamos de propor uma reflexão sobre a invisibilidade da mulher nas narrativas históricas, pré-coloniais, coloniais e do tempo presente, em contraposição à sua presença constante nos mitos e sua importância nas formas de organização, liderança e representação social indígena desde a conquista européia até os dias de hoje. Cabe aqui também abordarmos a produção das mulheres como pesquisadoras e cientistas neste âmbito, a orientação de nossos próprios problemas de pesquisa, nossas trajetórias e dificuldades dentro do meio acadêmico e profissional. Já entre os temas de pesquisa abordados, ainda que este quadro esteja mudando no contexto mais recente, ainda são muito poucos os trabalhos que se voltam à temática da mulher indígena no passado. Este simpósio é também um espaço para compartilhar resultados de pesquisas sobre o tema da mulher indígena no passado e no tempo presente. É apenas com um maior número e maior diversidade de formas de olhares sobre as mulheres, com uma crescente reflexão sobre a nossas atuações como pesquisadoras e cientistas e sobre os desafios metodológicos que temos que superar para atingir tais abordagens, que conseguiremos construir um quadro mais simétrico sobre o passado e o presente ameríndio e sobre o nosso papel enquanto profissionais que atuam na construção de uma história indígena.

    Neste simpósio, a Dra. Juliana Machado apresentou a comunicação Mulheres fazendo história: sobre gênero, construção do conhecimento e biografias.

    Participantes do Simpósio Escavando gênero: as mulheres e suas produções na história indígena

    Além disso, a Dra. Juliana Machado colaborou com a organização da participação das Mulheres Indígenas no Fazendo Gênero (Exposição, Performances e Fóruns de Debate). Confira abaixo o cartaz com a programação destas atividades, além de imagens da Marcha das Mulheres por Direitos.

    Marcha das Mulheres por Direitos. Fonte: Portal Catarinas.

     

    Marcha Mundos de Mulheres por Direitos

    A Marcha Internacional Mundos De Mulheres Por Direitos reuniu cerca de 10 mil pessoas, em 02 de agosto nas ruas centrais de Florianópolis. A passeata, que integrou a programação do Seminário Internacional Fazendo Gênero e Congresso Mundos de Mulheres, consagrou o diálogo com os movimentos sociais.#fg11#wwc2017#mm13#somosmuitas

    Publicado por Catarinas em Quinta-feira, 10 de agosto de 2017