Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia
  • Bem vindo a página do LEIA!

    Publicado em 24/12/2016 às 16:13

    O Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia foi criado em 2011, pelo prof. Dr. Lucas Bueno, no Departamento de História da UFSC. O laboratório integra a linha de pesquisa História Indígena, Etnohistória e Arqueologia do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH/UFSC). Desde 2012, realiza projetos em parceria com o Museu de Arqueologia e Etnologia Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral (MARquE).

    –» Para saber maiores informações sobre o laboratório, acesse os botões do menu O LEIA no lado esquerdo da página. 


  • Disciplinas semestre 2018.2

    Publicado em 23/12/2016 às 12:10

    No semestre 2018.2, a professora Dra. Juliana Salles Machado ministrará uma disciplina no âmbito do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC:

     


  • LEIA na SEPEX 2018!

    Publicado em 18/10/2018 às 2:11

    Entre os dias 18 e 20 de outubro será realizada a 17a. SEPEX na UFSC. A equipe do LEIA participará do evento através da realização de atividades em um estande e oferecendo dois minicursos: Arqueologia: uma ciência interdisciplinar IArqueologia: uma ciência interdisciplinar II. Participe!!!

    Informações em http://sepex.ufsc.br/. Mais fotos aqui.


  • LEIA na SABSul 2018!

    Publicado em 15/10/2018 às 23:23

    Entre os dias 8 e 11 de outubro de 2018, pesquisadores do LEIA participaram do XI Encontro da SAB Sul 2018, Arqueologia, Ações e Coletividade, realizado na UFPR em Curitiba/PR.  Veja as fotos aqui.

     

    LEIA na SABSul 2018!

    Poster

    Estudo diacrônico e análise da malacofauna encontrados no sambaqui Canto dos Araçás, Florianópolis, SC

    Monique Piacentini

    Comunicações

    SIMPÓSIO 1. ARQUEOLOGIA GUARANI NO SUL DO BRASIL: DEBATES E PERSPECTIVAS

    • Arqueologia Guarani no litoral central catarinense

    Isabela da Silva Müller

    12. SESSÃO DE COMUNICAÇÕES LIVRES

    • Materiais, superfícies e meio no estudo das dinâmicas pré-coloniais de aprovisionamento lítico no alto vale dos rios Itajaí-SC e Iguaçu-PR

    Laercio L. Brochier; Alejandra Matarrese

    SIMPÓSIO 2. PAISAGENS CULTURAIS E AS IMPLICAÇÕES NAS OBRAS DE ENGENHARIA DE TERRA NA BACIA DO PRATA

    • Olhares sobre a cerâmica Jê: uma análise tecnológica da coleção do sítio Rio Platê, alto vale do Itajaí-SC

    Francisco Abrahão Gonzaga

    SIMPÓSIO 3. VOLTANDO A PENSAR A TRADIÇÃO UMBU E OS CAÇADORES-COLETORES DA REGIÃO SUL

    Coordenadores: Beatriz Ramos da Costa; Fernando Silva de Almeida

    • Tecnologia lítica no Alto Vale do Itajaí: análise dos sítios Coqueiro e rio Plate III

    Lucas de Melo Reis Bueno; Fernando Silva de Almeida

    • Estudos de tecnologia lítica no Alto Vale do Itajaí: os artefatos fixos dos sítios Alto Palmeira 1 (Rio dos Cedros-SC) e Gruta do Tigre 2 (Rio do Oeste-SC)

    Alejandra Matarrese; Thiago U. Pereira; Juliana Salles Machado; Lucas de Melo Reis Bueno.


  • LEIA no Mundo!

    Publicado em 04/09/2018 às 22:00

    Desde o final de agosto, pesquisadores do LEIA tem partido para realizar estudos no exterior contando com financiamentos de diferentes órgãos/instituições (CAPES, CNPq, Erasmus Mundus), são eles:

     


  • 28º SIC – Arqueologia entre os Laklãnõ Xokleng: estudos sobre o território e memórias

    Publicado em 23/08/2018 às 11:26

    Larissa Silveira Rodrigues, bolsista de iniciação científica do LEIA, editou um vídeo a respeito da sua pesquisa para ser apresentado no 28º Seminário de Iniciação Científica. Confira abaixo o resumo e o vídeo.

     

    Arqueologia entre os Laklãnõ Xokleng: estudos sobre o território e memórias

    Resumo: A pesquisa tem como objetivo relacionar os territórios ocupados pelos Jê do Sul com artefatos arqueológicos, como cerâmica e lítico, produzidos por esses povos. A partir das problemáticas levantadas, buscar compreender a configuração dos povos estudados e seus costumes. O sítio Barra d’Anta, localizado em José Boiteaux, Santa Catarina, foi encontrado em julho de 2017 pela equipe do LEIA/UFSC. Foi realizada uma coleta de superfície, onde mais de 400 peças foram recolhidas. Levado ao laboratório, todas as peças foram lavadas com água para serem triadas e receberem um número de proveniência cada. Após isso, as peças serão analisadas individualmente. A problemática levantada se refere à produção desse material. Por não haver presença de cerâmica no sítio arqueológico, surgiu a hipótese de que as peças foram produzidas por caçadores-coletores, populações que habitam o território brasileiro há mais de 15 mil anos. No entanto, essa hipótese não possui dados suficientes para comprová-la, necessitando de mais pesquisas futuras. O sítio arqueológico Rio Platê também foi estudado, sendo uma coleção de domínio do MArque/UFSC. As peças de cerâmica dessa coleção já estavam divididas entre base, parede e borda, porém somente as bordas foram analisadas. Para tal análise foi utilizada uma ficha com 17 atribuições. No geral, as 10 bordas estudadas apresentavam muitas semelhanças tecnológicas entre si, possuindo uma tonalidade acinzentada e espessura consideravelmente fina.

    Palavras-chave: arqueologia, Jê, indígena, território


  • 28º SIC – “No tempo do mato”: uma etnoarqueologia da territorialidade

    Publicado em 21/08/2018 às 16:18

    Bianca Costi Farias, bolsista de iniciação científica do LEIA, editou um vídeo a respeito da sua pesquisa para ser apresentado no 28º Seminário de Iniciação Científica. Confira abaixo o resumo e o vídeo.

     

    “No tempo do mato”: uma etnoarqueologia da territorialidade”

    Resumo: A presente pesquisa visou o estudo de artefatos cerâmicos de origem Guarani encontrados no sítio arqueológico Encantada (SC-PEST-07), no Parque Estadual Serra do Tabuleiro. Esta análise buscou compreender a tecnologia empregada e as escolhas da cadeia operatória realizadas ao longo dos processos de produção, uso e descarte dos vestígios cerâmicos. As peculiaridades encontradas nas peças da coleção, como os roletes bem visíveis, a presença de grãos minerais grandes e evidentes e o padrão de quebra diferenciado levaram a demanda por um estudo a partir da perspectiva tecnológica. Além disso, devido ao fato de o sítio localizar-se em uma duna, ambiente diferenciado que se destaca do entorno, foram analisadas as suas possíveis influências nas técnicas empregadas na cerâmica, investigando as relações entre este meio e a produção dos artefatos. Foi objetivado, portanto, o estudo destas possibilidades de relação entre a duna e a cerâmica, dialogando-se com o conceito de territorialidade. Este diz respeito ao relacionamento entre os povos indígenas e o território em que vivem, e que influencia em sua visão de mundo e produção de conhecimento – e, portanto, na confecção dos artefatos cerâmicos. Através do levantamento bibliográfico a respeito da ocupação Guarani no sul do Brasil e no litoral catarinense, bem como da análise quantitativa e qualitativa dos vestígios cerâmicos e da realização da remontagem dos fragmentos com encaixe, foram obtidos alguns resultados. Percebendo-se a presença de grandes grãos minerais nas cerâmicas analisadas, foi possível deduzir que a duna teve sim uma influência na produção dos artefatos, o que pode ter resultado em algumas das falhas tecnológicas encontradas. Além disso, a análise indicou que a região de Gamboa consistiu em um território de ocupação permanente pelos indígenas Guarani, o que pode-se perceber através da grande dimensão dos vasilhames e da alta quantidade de fragmentos com encaixe.

    Palavras-chave: territorialidade, etnoarqueologia, Guarani, história indígena, cerâmica.

     


  • 28º SIC – Arqueologia do povoamento inicial do leste da América do Sul

    Publicado em 20/08/2018 às 13:12

    Francisco Abrahão Gonzaga, bolsista de iniciação científica do LEIA, editou um vídeo a respeito da sua pesquisa para ser apresentado no 28º Seminário de Iniciação Científica. Confira abaixo o resumo e o vídeo.

     

    Arqueologia do povoamento inicial do leste da América do Sul:

    contribuições de estudos de tecnologia lítica

    Resumo: Este projeto está relacionado a discussões mais amplas sobre povoamento da América. No que se refere ao processo de povoamento do leste da América do Sul, especialmente às terras baixas sul-americanas, uma das hipóteses discutidas recentemente é de que a primeira etapa de povoamento tenha favorecido os vales de grandes rios. No caso do sul do Brasil esta etapa envolveu, possivelmente, um deslocamento pelos rios que compõem a bacia do rio da Prata. Os sítios arqueológicos no sul do Brasil associados a estes momentos apresentam como elemento marcador a presença de um conjunto específico de vestígio, denominado pontas de projétil fabricadas em pedra. Durante esta IC procuramos contribuir para essa discussão através da análise inicial de um conjunto de vestígios líticos oriundos da escavação de um sítio arqueológico localizado no Município de Alfredo Wagner, SC. O sítio Chapadão Paulo Saturno foi escavado pela equipe do LEIA em julho de 2017. A amostra gerada através das intervenções realizadas neste sítio foi processada e começou a ser analisada no âmbito desta bolsa de IC. Procedemos a curadoria das peças, com lavagem e numeração de todos os vestígios líticos maiores do que 2cm. Realizamos uma análise inicial voltada para identificação das matérias primas, das categorias básicas de vestígio e separação dos artefatos. A quantidade, as características tecnológicas e a diversidade de vestígios identificados nos permite levantar a hipótese de que este sítio corresponde a um local de produção de pontas de projétil. Apesar das análises ainda preliminares os artefatos apresentam semelhanças do ponto de vista tecnológico com outros contextos do sul do Brasil para o qual dispomos de datas bastante recuadas, com cerca de 8.000 e 9.000 anos AP. O fato do sítio apresentar vestígios enterrados a quase 1m de profundidade reforça essa possibilidade de associação com contextos antigos.

    Palavras-chave: Arqueologia; Pré-história; Arqueologia brasileira; Indústria lítica


  • Territorialidades Ameríndias: Sítio Escola em Rio do Oeste

    Publicado em 04/07/2018 às 14:11

    Entre os dias 01 e 22 de julho de 2018, a equipe do LEIA estará em campo em Rio do Oeste, no Alto Vale do Itajaí, onde serão realizadas atividades de pesquisa em uma série de sítios arqueológicos (abrigos sob rochas e um amolador polidor-fixo) localizados no local conhecido como Gruta do Tigre.

    Participam dessa etapa de pesquisa professores e estudantes de diferentes instituições além da UFSC, tais como UFPRUFMGUFRGS, USP.

    Essa atividade faz parte do projeto Territorialidades Ameríndias no Alto Vale do Itajaí: um olhar a partir da Arqueologia, Ecologia e Paleontologia, acesse o site do projeto e saiba mais: http://territorialidadesamerindias.ufsc.br/


  • LEIA na Sexta 2018!

    Publicado em 18/05/2018 às 8:43

    Estamos de volta! O LEIA oferecerá atividades abertas de arqueologia uma sexta feira por mês no auditório do MARQUE. As atividades consistirão em palestras e rodas de conversa feitas pelos professores, pesquisadores e estudantes do LEIA com o intuito de trocar as diversas experiências de pesquisa em andamento, além de compartilhar com um público mais amplo a prática arqueológica em suas diversas fases desenvolvidas no laboratório. O calendário de eventos está disponível aqui!

     

     


  • Regulamentação da profissão de Arqueóloga/o no Brasil

    Publicado em 19/04/2018 às 15:44

    NOTA PÚBLICA DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE ARQUEÓLOGA/O NOBRASIL

     LEI N. 13.653, DE 18 DE ABRIL DE 2018, Dispõe sobre a regulamentação da profissão de arqueóloga/o e dá outras providências

     

    A Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, ainda transbordando de felicidade, comunica que na data de hoje, 19 de abril de 2018, Dia do Índio, foi publicada no Diário Oficial da União n. 75, Seção I, p.2-3, a Lei n. 13.653, de 18 de abril de 2018, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de arqueóloga/o e dá outras providências, acessível pelo link http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=2&data=19/04/2018. A publicação desta Lei resulta da sanção, por parte da Presidência da República, do Projeto de Lei n. 1.119/2015, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), cuja tramitação total está acessível pelo link http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1203163.

    Foram feitos vetos parciais e totais a alguns artigos do Projeto de Lei n. 1.119/2015, sob diversas justificativas legais, conforme consta nos Despachos do Presidente da República, publicados no mesmo número do Diário Oficial da União n. 75, Seção I, p.7, acessível pelo link http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=7&data=19/04/2018.

    Esta é uma antiga aspiração da comunidade e uma conquista coletiva de gerações de arqueólogas/os que juntas ousaram sonhar para que este projeto se tornasse realidade. Nesta caminhada de pelo menos três décadas, desde a primeira vez que uma proposta de Projeto de Lei foi encaminhada ao Congresso Nacional, entre idas e vindas, expectativas e frustações, contamos com o apoio de outras tantas pessoas e instituições (associações científicas e profissionais de áreas afins, Instituições de Ensino Superior, IPHAN, Ministério Público Federal, museus, parlamentares etc.). A todas elas rendemos aqui a devida homenagem e assinalamos nossos sinceros agradecimentos. Também registramos nossa gratidão às/aos colegas que estiveram conosco nesta luta, mas que lamentavelmente partiram e não estão mais fisicamente entre nós. Sozinhas/os, temos a certeza disso, seria muitíssimo mais difícil e não teríamos conseguido chegar até aqui!

    Neste momento de alegria e comemoração, importa ainda dizer que gestão após gestão da SAB, ininterruptamente, não foram medidos esforços para que este pleito chegasse ao Congresso Nacional e ganhasse o apoio de parlamentares das mais diversas legendas partidárias. Ao longo das últimas décadas, foram muitas viagens à Brasília, centenas de mensagens trocadas, dezenas de correspondências enviadas, seguidas postagens nas redes sociais, discussões durante longas reuniões, articulações com assessorias de deputadas/os federais e senadoras/es, caravanas de estudantes e docentes rumo à Capital Federal, ligações e mais ligações telefônicas etc., para que, finalmente, um Projeto de Lei chegasse à Casa Civil da Presidência da República. As expectativas eram grandes e precisamente do tamanho da disposição de seguirmos em frente, sempre a trilhar pelo caminho da ética, seriedade, transparência e compromisso com a democracia. Assim, o Projeto de Lei n. 1.119/2015 finalmente chegou àquela instância e foi devidamente sancionado.

    A publicação da Lei n. 13.653 nesta quinta-feira, 19 de abril de 2018, no Diário Oficial da União, está repleta de simbolismos, desafios e positivas conotações políticas. Ocorre que hoje é o Dia do Índio, data comemorativa oficializada no país em 1943, e devemos aos povos originários uma parte significativa do patrimônio arqueológico com o qual trabalhamos. Esta é uma parte da herança cultural de muitas gerações de indígenas, cujos antepassados mais antigos aqui chegaram há milhares de anos. Mais ainda, deles temos um incomensurável exemplo de resiliência e a eles prestamos aqui nossa respeitosa homenagem, juntamente com a ratificação do compromisso com a defesa dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito.

    Para finalizar esta mensagem, desejamos uma vida longuíssima aos povos indígenas e um futuro ainda mais brilhante à arqueologia brasileira.

    Juntas e juntos somos mais fortes porque a SAB somos todas e todos nós!

    Viva a arqueologia brasileira! Viva o Dia do Índio!

    Brasil, 19 de abril de 2018.

    Jorge Eremites de Oliveira

    Presidente da SAB

    Juliana Salles Machado

    Vice-Presidente da SAB


  • Falece Teresa Domitila Fossari

    Publicado em 09/04/2018 às 10:25

    “É com pesar que comunicamos o falecimento de Teresa Domitila Fossari. Aos seus familiares apresentamos nossas sinceras condolências.

    Teresa graduou-se em História pela UFSC (1968); fez o mestrado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1979) e o doutorado em Geografia também pela UFSC (2001). Atuou como Arqueóloga da UFSC, tendo sido Diretora do Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral. Dedicou-se à área de Educação, principalmente, aos seguintes temas: população pré colonial Jê e paisagem da ilha de Santa Catarina”.

    Texto publicado no site do CFH/UFSC.

     

    “Em 2010, após alguns anos de UFSC, passei a participar das pesquisas do Laboratório de Arqueologia do Museu Universitário da UFSC. Ao longo de mais de três anos, fui estagiário da Dra. Teresa Fossari. Com ela, pela primeira vez, me senti próximo de alcançar o sonho de “ser arqueólogo”. Participando de vários projetos e atividades do museu, aprendi, com muita ajuda, orientação e atenção dela, a engatinhar e desenvolver os primeiros passos na Arqueologia. Quem a conheceu e com ela conviveu, sabe da responsabilidade e da preocupação dela com o desenvolvimento de uma arqueologia científica e crítica, desvinculada dos jogos políticos e acadêmicos inerentes aos “feudos da arqueologia brasileira”. Concordando ou não com ela no que diz respeito as suas atitudes e perspectivas teorico-metodológicas, é inegável a contribuição dela para o desenvolvimento da arqueologia em Santa Catarina e para a formação de muitos arqueólogos que atuam hoje em dia no estado. Felizmente, tive o prazer de aprender, conversar e debater muitas questões arqueológicas com ela. Além disso, devo ressaltar a atenção e o carinho da Teresa em outras questões pessoais, sempre atenciosa e disposta a ajudar. Infelizmente não pude me despedir, mas reconheço sinceramente e agradeço por todos ensinamentos/oportunidades que ela me proporcionou.

    Na foto abaixo, uma das últimas atividades de campo que realizamos juntos, em 2012, no âmbito do licenciamento ambiental da Fazenda da Ressacada – Campus Sul da Ilha/UFSC”.

    Prospecção na Fazenda da Ressacada. Agrônomo Marcelo Venturi e arqueóloga Dra. Teresa Fossari. Foto de Lucas Bond Reis.

    Por Lucas Bond Reis.